Como Definir Suas Metas De Vendas

27 Nov 2018 10:48
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<h1>As oito Melhores Plataformas Gratuitas Para ti Criar Teu Website</h1>

<p>Hossein Derakhshan, 40, considerado &quot;o pai dos blogueiros do Ir&atilde;&quot;, foi confinado em 2008 e condenado por &quot;coopera&ccedil;&atilde;o com pa&iacute;ses hostis, propaganda pol&iacute;tica e insulto a figuras religiosas&quot;, gra&ccedil;as a das publica&ccedil;&otilde;es em sua p&aacute;gina. Ele deixou a pris&atilde;o em novembro de 2014 e nesse ano publicou um texto pela plataforma Medium em que critica as altera&ccedil;&otilde;es pela internet, como a explos&atilde;o do uso das m&iacute;dias sociais.</p>

<p>Leia abaixo a &iacute;ntegra do postagem. A rede livre, diversificada, rica que eu amava -e pela qual passei anos em uma pris&atilde;o iraniana- est&aacute; morrendo. Por que ningu&eacute;m det&eacute;m isto? V&aacute;rias semanas antes disso, eu havia sido repentinamente perdoado e libertado da pris&atilde;o de Evin, no norte de Teer&atilde;. Eu aguardava atravessar a maior quantidade da minha vida nessas celas: em novembro de 2008, havia sido condenado a quase 20 anos de pris&atilde;o, fundamentalmente por conta das coisas que tinha escrito em meu blog.</p>

<p>No entanto no momento em que o instante da liberdade chegou, foi imprevisto. Eu fumava um cigarro pela cozinha com um dos meus companheiros de pris&atilde;o e voltava para a cela que dividia com uma d&uacute;zia de outros homens. Est&aacute;vamos informando uma x&iacute;cara de ch&aacute; quando a voz de cima-falante -outro prisioneiro- invadiu todas as celas e corredores. Em teu tom monoc&oacute;rdico, anunciou em persa: &quot;Queridos companheiros de pris&atilde;o, o p&aacute;ssaro da sorte pousou outra vez nos ombros de um de n&oacute;s. Sr. Hossein Derakhshan, a partir desse instante, voc&ecirc; est&aacute; livre&quot;. Essa noite foi a primeira vez em que sa&iacute; por aquelas portas como um homem livre. Tudo parecia novo: a brisa fria do outono, o som do tr&acirc;nsito vindo de uma ponte pr&oacute;xima, o cheiro, as cores da cidade em que eu havia vivido durante a maioria da minha vida. Ao meu redor, vi uma Teer&atilde; muito diferenciado daquela a que estava acostumado.</p>

<p>Um influxo de condom&iacute;nios novos e descaradamente luxuosos havia substitu&iacute;do as casinhas encantadoras que eram familiares para mim. Algumas estradas, recentes rodovias, hordas de invasivos carros utilit&aacute;rios. Grandes cartazes com propagandas de rel&oacute;gios su&iacute;&ccedil;os e TVs coreanas de tela plana. Mulheres utilizando len&ccedil;os e capas coloridas, homens com cabelos e barba tingidos, e centenas de caf&eacute;s charmosos com a m&uacute;sica ocidental do momento e funcion&aacute;rios do sexo feminino. &Eacute; o tipo de mudan&ccedil;a que pega as pessoas desprevenidas. O tipo de coisa que voc&ecirc; s&oacute; nota de verdade quando &eacute; privado de conduzir uma exist&ecirc;ncia normal. Duas semanas depois, comecei a publicar novamente. Alguns amigos concordaram em me deixar estabelecer um site como fra&ccedil;&atilde;o da tua revista de artes.</p>

<p>Eu o chamei de Ketabkhan -significa &quot;leitor de livros&quot; em persa. 6 anos foi um tempo enorme na cadeia, todavia &eacute; uma verdadeira eternidade no mundo on-line. O ato de escrever na internet em si n&atilde;o mudou, no entanto a leitura -ou, no m&iacute;nimo, a a&ccedil;&atilde;o de fazer com que as coisas sejam lidas- se alterou radicalmente.</p>
<ol>

<li>Um MEI como fazer: siga os passos abaixo</li>

<li>3&ordm; Pelo Youtube</li>

<li>cinquenta Pedido de remo&ccedil;&atilde;o do estatuto de administrador para o usu&aacute;rio Chicocvenancio</li>

<li>Use segmenta&ccedil;&atilde;o pra postagens org&acirc;nicos</li>

</ol>

<p>As pessoas tinham me debatido sobre isso como as redes sociais tornaram-se respeit&aacute;veis no momento em que eu estava fora do circuito, dessa maneira sabia de uma coisa: se queria atrair as pessoas a ver de perto meus textos, nesta ocasi&atilde;o teria de usar as m&iacute;dias sociais. Deste modo, tentei postar um link pra uma das minhas hist&oacute;rias no Facebook.</p>

<p>Ocorre que no Facebook isso n&atilde;o importa muito. Acabou parecendo um an&uacute;ncio chato. Sem defini&ccedil;&atilde;o. Sem imagem. Sem nada. Teve 3 &quot;curtir&quot;. Ali ficou claro para mim que as coisas tinham mudado. N&atilde;o estava preparado para jogar desse novo territ&oacute;rio -todos os meus investimentos e esfor&ccedil;os haviam virado p&oacute;. Os sites eram ouro e os blogueiros eram estrelas de rock em 2008, quando fui confinado. Naquele momento, e apesar do epis&oacute;dio de o Estado bloquear o acesso ao meu web site dentro do Ir&atilde;, tinha um p&uacute;blico de por volta de vinte 1 mil pessoas diariamente.</p>

<p>O mundo todo que eu linkava tinha um s&eacute;rio salto repentino no n&uacute;mero de tr&aacute;fego: podia fortificar ou formar dificuldades a quem eu quisesse. As pessoas costumavam ler meus postagens atentamente e deixar diversos coment&aacute;rios pertinentes, e at&eacute; j&aacute; v&aacute;rios daqueles que discordavam de mim profundamente entravam para ler. Outros blogs linkavam o meu pra debater o que eu estava compartilhando.</p>

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